José Arsénio

PORTUGAL

José Manuel Arsénio nasceu em Sesimbra em 1957.

Cursou fotografia na Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (APAF) nos anos 80.

Vive presentemente na Maçã, aldeia do Concelho de Sesimbra, e dedica todo o seu tempo à divulgação da arte fotográfica.

Fotógrafo freelancer, tem desenvolvido trabalhos nas áreas do património natural, arquitetónico e preservação do meio ambiente.

O modo de ser e estar das comunidades, onde o elemento humano é o valor essencial, tem contado com a sua atenção.

Desde 1980 que expõe trabalho individualmente e colabora em exposições coletivas.

É autor fotográfico e editor de “Sesimbra entre o mar e o campo a Pérola da costa azul”, “Gentes do Mar” e “Imagens de Fé”.

Autor fotográfico, produtor e coordenador do projeto “Patrimónios”, composto por três brochuras temáticas, “Vila de Sesimbra”, “Castelo de Sesimbra”, “Cabo Espichel

e do livro “Sesimbra a essência dos lugares”, com edição da Câmara Municipal de Sesimbra.

Autor fotográfico e editor de “Sesimbra … tecida de Luz”, o seu último trabalho fotográfico, com edição de Junho de 2013.

Mais recentemente fundou com um grupo de amigos fotógrafos, a Associação SEFASesimbra Expressão Fotográfica Associação que tem como objetivo a divulgação da fotografia como forma de expressão.

 

EXPOSIÇÃO: CONSTRUÇÃO NAVAL… A ARTE COMO OFICIO DE VIDA

© José Manuel Arsénio

Construção naval… arte como ofício de vida.

Enquanto povoação ribeirinha cercada por matas e penedias, Sesimbra sempre alimentou a sua construção naval com a madeira dos pinhais das proximidades.

No final dos anos oitenta e ao longo da década de noventa do século passado, porém, a construção em ferro e fibra de vidro, assim como as quotas relativas às espé­cies de pescado a capturar, impostas pela União Europeia, resultaram diretamente no abate ou desmantelamento de muitas unidades de pesca.

Embora os três estaleiros restantes na Vila continuem a proceder à manutenção e reparação de todos os tipos de embarcações da frota local, desde as típicas “Aiolas” até aos “Palangres” de grande porte, a intervenção está reduzida a mínimos inadiáveis, sem vislumbre de significativo acréscimo. A atividade sustenta-se, porém, da firme vontade e persistência inabalável que caracterizam os homens ligados ao mar.

Com esta série de fotos pretendo contribuir para a continuação e preservação desta arte, assim como ajudar a perpetuar hábitos culturais, formas de ser e de estar de uma comunidade que me é particularmente querida.

 

 

 

 

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