CUBA
Nasceu em Matanzas, Cuba, 1985. É Artista visual e fotógrafo freelancercom base em Matanzas, Cuba. É diretor e organizador geral do FOTOCANÍMAR – Festival Internacional de Fotografia de Matanzas, Cuba.
Exposições colectivas – 2025: X edição da Feira Arte Foto. Identidade, exposição de fotografia latino-americana. Galeria Helena Fretta, Florianópolis, Brasil. 2024: Albor, projeto bipessoal, Casa de Cultura de Arrecife, Lanzarote, Canárias. 2022: Mundos convergentes, mostra central do Fotonoviembre. Salão e Colóquio Internacional de Fotografia Matanzas 2022 / Ríos Intermitentes, 14.ª Bienal de Havana, Matanzas, Cuba / XXVI Salão Provincial de Artes Plásticas Roberto Diago Querol, Galeria Pedro Esquerré, Centro Provincial das Artes Visuais, Matanzas, Cuba / Looking Back: Soho Photo’s First 50 Years, Soho Photo Gallery, Nova Iorque. 2021: 14.ª Bienal de Havana, Centro de Desenvolvimento das Artes Visuais, Havana, Cuba / Concurso Latino-Americano de Fotografia Los trabajos y los días, Colômbia / Más Q INSTANTES, Latin American Photography Virtual Exhibition, Art Latam, EUA (artelatam.org) / 8.º Salão de Arte Cubano Contemporâneo, Centro de Desenvolvimento das Artes Visuais, Havana, Cuba. Exposições individuais – 2025: Isla. Residência artística em Puertas Adentro, Manantiales, Uruguai. 2022: CHRONICAS. Galeria 23 y 12, Havana, Cuba. 2019: El reino de este mundo. Soho Photo Gallery, Nova Iorque, EUA.
Publicações – Revista Tablas, Casa Editorial Tablas-Alarcos / La Jiribilla, revista cultural digital / Memorias, compilação de Xenia Reloba – Ediciones La Memoria, Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau, 2012 / il Reportage, Trimestral de escrita, jornalismo e fotografia, ano XII, n.º 48.
EXPOSIÇÂO: Ilha
© Júlio Garcia Martinez
Têm as ilhas, por serem ilhas, um distinto repertório de possibilidades históricas ou um destino peculiar? Até que ponto influencia a vida dos seus habitantes a ausência dessas marcas, retas e precisas, que delimitam as fronteiras nos mapas? Em algum momento das nossas vidas, não poucos ilhéus já foram atravessados por estas perguntas, que nos assediam e nos obcecam, até nos fazer conceber a vastidão do mar como limitação, como uma “maldita circunstância” que nos isola e confina nos nossos próprios contornos. “Levamos em cima a tara da dimensão territorial. Não somos continentais, nem sequer antilhanos: somos simplesmente insulares, o que é como dizer insulados numa casa estreita”, chegou a dizer o escritor Ángel Ganivet, homem de grandes luzes que, ao que parece, descartou o devir de uma ilha bastante pequena, mas que, desde as suas origens, desafiou qualquer tipo de determinismo geográfico para se tornar num sítio de convergência, mais do que qualquer outro continente.
CARTAZ

