ESPANHA

Roberto Martinez nasceu em Léon, no ano de 1943. Vive em Vigo (Galiza).

Participou numa exposição colectiva em 1981, na Casa da Cultura de Bayona la Real (desenhos e escultura em cerâmica) e na Casa do Brasil de Madrid, em 1982.

Em 2012, colaborou fotográficamente no poemário “El tiempo de las tragedias absurdas” de Pilar Pérez e Pablo Fidalgo.

Colaborou fotográficamente na poemário “A illa do Santo“, de Pilar Pérez, em 2014 e no catálogo da exposição com o mesmo título, em Madrid.

Em 2016, apresentou as exposições fotográficas “Al caer la tarde“ e “Lus” , na Fundación Cuña-Casabellas (Pontevedra);  “Lus“, na galeria Quadro (Vigo). Participou ainda com uma fotografia da colecção “Lus” na exposição colectiva itinerante “Moita Mostra“.

Em 2017, participou numa exposição colectiva na galeria Quadro ( Vigo); foi seleccionado para a XIX Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira, com a fotografia “En el tiempo, agujeros  blancos“ ; com a fotografia “A Masaoka Siki“ participou na exposição colectiva de Artes Plásticas “Arte Nostra Damus “,em Viseu e na exposição colectiva itinerante “Moita Mostra“; participou com uma fotografia na Bienal de Arte “d’art.VEZ“ em Arcos de Valdevez.

Em 2018, expôs individualmente “Ao cair da noite, água e sombras na Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

Em 2019, participou na Bienal de Arte “d’art.VEZ“, Arcos de Valdevez, com a fotografia “ Interior urbano “

 

 

EXPOSIÇÃO: ÍNTIMOS JARDINS URBANOS

© Roberto Gómes Martínez

A fotografia contribuiu mais do que em qualquer outro caso para transformar a realidade num mito contemporâneo.

Talvez, nesses Íntimos jardins urbanos, o problema e a sua solução tenham que ser encontrados num outro lugar; talvez no facto de o autor os representar, sem representar nada em absoluto?

Perante estes jardins urbanos singulares, tem como consequência a fixação fotográfica dos mesmos, com caráter referencial do autor.

Entremos então nesses jardins.

Qual é o nosso papel nesse jogo dual de autor-obra? Ou seria mais pertinente falar de um jogo ternário autor-obra-visitante?

Nestes jardins, tudo se baseia no olhar que busca os equilíbrios entre formas e luz.

A beleza neles seria o resultado do trabalho, tempo, marca e pátina do que foi vivido ou degradado?

 

Roberto Gómez

 

 

 

 

 

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