Teresa Diaz Charlín

Villagarcía de Arousa | Espanha

www.teresaharlin.com

Natural de Cambados, Galiza, Espanha

Formada em História da Arte pela Universidade de Santiago de Compostela. Especializada em História da Arte contemporânea. Formação em sociologia da arte e estética da arte. Mestre em formação pedagógica das Ciências Sociais e da História da Arte. Desde 2013 administra “La luz encendida” uma página em que tem um peso importante a fotografia e os seus autores.

Desde 2009 iniciou uma formação continuada sobre técnica fotográfica, pela mão de reconhecidos fotógrafos (Marcos Canosa, Dicvs Rodríguez, Carlos Puga, Tony Vacas e Sandra mg, em White Collective). Continua com essa formação, desde uma pesquisa especializada. Começa a dar visibilidade ao seu discurso narrativo através de imagens, tentando que sempre tenham um conteúdo conceptual ou poético.

Actualmente, mo seu projecto “Rutas cautivas” está exposto no âmbito do XXXV Outono Fotográfico. Leva dois anos trabalhando na construção do projecto “A Vida Efímera” (Ephemeral Life), um discurso sobre a artificialidade e a padronização dos valores do corpo humano e a sua “coisificação” que esteve patente no princípio de 2018 na “Casa das mulleres” de Vigo, (Concelleria de Igualdade).

Para construir os seus projectos, a sua visão artística está intimamente relacionada com o início do uso da fotografia para dar.

Na sua página web, pode-se ver o trabalho realizado neste curto, mas intenso tempo.

 

EXPOSIÇÂO: O NINHO VAZIO

IMG_4399 + BW (1) - Cópia© Teresa Diaz Charlín

É um trabalho que está fazendo desde à alguns anos, tentando representar através do retrato feminino, a temática denominada em psicologia “a síndrome do ninho vazio”.

O que supõe para uma mulher e mãe, o facto vital da independência dos seus filhos, de que vivam fora do seu lugar de origem. Mas ao mesmo tempo, através de retratos de mulheres jovens quer representar os medos, as incertezas dessa juventude que sai do lugar familiar pela primeira vez e que se inicia em enfrentar a vida em solitário e a repercussão que isto tem sobre a mãe-mulher.

É uma proposta intimista, subjectiva com a qual se encontra emocionalmente vinculada.

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