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Juan Pablo Barrientos é um fotógrafo argentino. Trabalhou para inúmeros jornais e revistas nacionais e internacionais, contribuindo com retratos e crónicas para publicações como Diario La Razón (Argentina), Diario Tiempos del Mundo (Mercosul), Diario Página/12 (Argentina), Diario El Mercurio (México), Revista El Guardián (Argentina), RevistaGente (Argentina), Revista Cinemanía (Argentina), Revista MySelf (Itália), Revista La Mano (Argentina), Rolling Stone (Argentina e Uruguai), Revista Access (DirecTV), Revista Roomin (Mercosul), Editorial Planeta (Argentina), Americas.org (EUA), Revista Cítrica (Argentina), Revista La Garganta (Argentina), Le Monde Diplomatique (Argentina), Amnistia Internacional, Agência Tierra Viva (Argentina) e Agência Reuters, entre outros.

Nos últimos anos, dedicou-se à pesquisa e aplicação da técnica de colódio húmido em placas, nos formatos 4×5” e 8×10”, um processo fotográfico queremonta a 1850. É diretor e fundador do Studio Fotin, onde aplica a técnicade ambrotipia de forma integral — desde a fotografia até ao laboratório — onde também ministra workshops que lhe renderam reconhecimento internacional.

EXPOSIÇÃO: Sandra

© Juan Pablo Barrientos

Sandra e Sérgio, mãe e filho, ambos sem-tecto e viciados em crack. Várias personagens entram em cena: crianças, amigos, amantes, fantasmas e ossos. A minha ligação com Sérgio durou mais de dois anos. A sua morte fortaleceu, posteriormente, a minha relação com Sandra; tornou-se muito mais próxima de mim. Sandra anotava os seus pensamentos num caderno vermelho. Quando vi isso, sugeri-lhe que levasse o caderno para os nossos encontros, chegando a um acordo: escreveria sobre os seus dias, como se fosse um diário. Sandra morreu aos 45 anos, em agosto de 2024.

CARTAZ

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